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A Universidade de Cabo Verde acolheu pela primeira vez o 12.ª Fórum de Gestão do Ensino Superior nos Países e Regiões de Língua Portuguesa (FORGES) para analisar os desafios das instituições de ensino superior no novo contexto os Social e Geopolítico, com a reflexão sobre os principais temas estruturantes do ensino superior.

“Agradecemos aos membros da FORGES por escolherem pela primeira vez Cabo Verde para a realização deste grande evento, e não me restam dúvidas de que a atualidade deste tema e a qualidade dos conferencistas que compõem a conferência, permitem que todos saiam mais preparados para enfrentar os desafios que os novos contextos sociais e geopolíticos impõem as instituições do Ensino Superior “, discursou o Reitor da Uni-CV, Arlindo Barreto.

Sob o tema “Desafios do Ensino Superior em novos Contextos Sociais e Geopolíticos”, a 12.ª FORGES reuniu investigadores e instituições de ensino superior de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor, nas instalações da Universidade de Cabo Verde, com interesses mútuos na partilha de aprendizagem e investigação de referência.

Segundo o Reitor, este encontro só terá sentido se encontrar meios ou instrumentos que permitam a realização concreta das ideias traduzidas em objetivos palpáveis, ou seja, “sair da teoria e passar à prática.”

“Em Cabo Verde há sinais claros do esforço por parte do Governo para a materialização de uma política de apoio ao desenvolvimento da ciência e investigação no ensino superior”, sublinhou, referindo-se sobre a assinatura de um contrato programa realizado entre a Uni-CV e o Governo na cerimónia do 16.º aniversário da instituição.

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 Para Eurídice Monteiro, Secretária de Estado do Ensino Superior, o governo de Cabo Verde tem vindo assumindo o compromisso de um ensino superior de qualidade para alcançar metas nacionais de desenvolvimento sustentável, e assinala “prioridade máxima” para formação superior com ciência e financiamento do ensino superior.

“Precisamos cada vez mais de apostar na ciência e de fortalecer o financiamento à formação superior, uma prioridade convergente para todos os membros do governo”, sublinhou.

Tendo em conta a sustentabilidade do ensino superior, Margarida Mano, Presidente da direção da FORGES, referiu que a sustentabilidade deve ser “exigência da sociedade” e naturalmente, para o ensino de formação superior.

“O tema desta conferência apela ao saber viver a novos contextos sociais e geopolíticos com desafios para as pessoas e instituições do ensino superior”.

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A conferência contou com 181 pessoas inscritas distribuídas por sete espaços geográficos como Angola, Brasil, Cabo Verde, Macau, Moçambique, Portugal e Timor-Leste. No próximo ano, a organização da 13.ª conferência vai ser assegurada pela Universidade Católica Portuguesa.

A 12.ª FORGES é uma associação sem fins lucrativos que visa promover uma rede de estudo e investigação na área da gestão e das políticas de ensino superior no âmbito dos países de língua portuguesa, promover a aproximação de toda a comunidade académica, em especial os decisores da política educativa, partilha, aprendizagem e investigação de referência.

 

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