Precauções
Lavar frequentemente as mãos com água e sabão
Limpe e desinfete objetos e superfícies frequentemente tocados
Mantenha a distancia de pelo menos um metro das pessoas
Estar atentos aos sintomas/factores de riscos
Tapar o nariz e a boca quando espirrar ou tossir
Praticar a etiqueta respiratória
Manter-se informado e seguir as recomendações
#NuFikaNaKaza
Situações de Alerta
Se sentir febre, tosse e dificuldade em respirar, procure orientação médica imediatamente, pois isso pode ocorrer devido a uma infeção respiratória ou outra condição séria. Ligue, logo que possível, para a autoridade sanitária local e informe de qualquer viagem recente ou de contacto com outros viajantes.

Links úteis
Que todos os membros da comunidade académica, sejamos solidários com os nossos familiares e com os nossos profissionais de saúde e nos mantenhamos em casa, cumprindo rigorosamente as recomendações das autoridades nacionais e internacionais, mormente no que concerne às medidas individuais de distanciamento social e cuidados especiais de higiene, veiculadas através das hiperligações seguintes:
https://www.who.int/es/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019
FAQ
Trata-se de um vírus RNA da ordem Nidovirales da família Coronaviridae.
Os vírus da SARS-CoV, MERS-CoV e SARS-CoV-2 são do género Betacoronavírus que infetam somente mamíferos; são altamente patogénicos e responsáveis por causar síndrome respiratória e gastrointestinal. Além desses três, há outros quatro tipos de coronavírus que podem induzir doenças no trato respiratório superior e, eventualmente inferior, em indivíduos imunodeprimidos e/ou com comorbidades.
A sua transmissão ocorre habitualmente por via aérea ou contato com secreções contaminadas, como gotículas de saliva, espirro e tosse.
Está confirmado que o COVID-19 é uma zoonose e que a transmissão homem a homem ocorre de forma continuada. O reservatório animal bem como a fonte animal de transmissão para humanos continuam incertos.
As investigações sobre transmissão do novo coronavírus ainda estão em curso.
Os sintomas mais comuns são: febre (> 38ºC), dificuldade em respirar, tosse, dor de garganta, dores musculares, dores articulares e dores de cabeça, náuseas, vómitos e ou diarreia.
Estima-se que o período de incubação seja de 2 a 14 dias. Contudo, há estudos que evidenciam que este período pode se estender até 24 dias.
Não existe vacina. Sendo um vírus recentemente identificado, estão em curso as investigações para o seu desenvolvimento.
Os membros da comunidade e visitantes da Universidade de Cabo Verde que tenham estado em locais onde se verifica transmissão ativa do novo coronavírus devem respeitar um período de quarentena de 14 dias e:
- Estar atentos ao aparecimento de febre, tosse ou dificuldade respiratória;
- Verificar se alguma das pessoas com quem conviveu de perto foi diagnosticado como caso confirmado;
- Caso apareça algum dos sintomas referidos (no próprio ou nos seus conviventes), não deve se deslocar de imediato aos serviços de saúde, mas ligar para a linha verde (800 11 12), seguir as orientações que lhe forem transmitidas e informar os Serviços de Ação Social pelo correio eletrónico Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..
- Paciente com doença respiratória aguda (febre e pelo menos um sinal / sintoma de doença respiratória (por exemplo tosse, falta de ar), e sem outra etiologia que a apresentação clínica. E um histórico de viagens ou residência em um país / área ou território que comunica transmissão local da doença de COVID-19 durante os 14 dias anteriores ao início dos sintomas.
- Paciente com qualquer doença respiratória aguda e tendo estado em contacto com um caso confirmado ou provável de COVID-19 nos últimos14 dias antes do início dos sintomas;
Considera-se “contacto próximo”, um membro da Comunidade Académica da Uni-CV que não apresenta sintomas no momento, mas que teve ou pode ter tido contacto com um caso confirmado de COVID-19. O tipo de exposição do contacto próximo determinará o tipo de vigilância.
O contacto próximo com caso confirmado de COVID-19 pode ser de:
- Alto risco de exposição, e é definido como: o colega que partilhe gabinete, sala, secção ou área até 2 metros do caso confirmado; o membro da comunidade académica ou outro que tenha estado face a face com o caso confirmado ou que esteve com este em espaço fechado; o colega que tenha partilhado com o caso confirmado loiça (pratos, copos, talheres), toalhas ou outros objetos ou equipamentos (telefones, impressoras) que possam estar contaminados com gotículas respiratórias.
- Baixo risco de exposição, é definido como: o membro da comunidade académica da Uni-CV que teve contacto esporádico (momentâneo) com o caso confirmado; o membro da comunidade Académica que prestou assistência ao caso confirmado, desde que tenha seguido as medidas de prevenção (ex. utilização adequada de máscara e luvas, etiqueta respiratória, higiene das mãos).
Tendo em conta que o período de incubação estimado da COVID-19 é de 2 a 14 dias, assume-se como medida de precaução, a vigilância ativa dos contactos próximos durante 14 dias desde a data da última exposição.
A vigilância de contactos próximos com “Alto risco de exposição” implica:
- Monitorização ativa pela autoridade de saúde local durante 14 dias desde a última exposição;
- Não se deslocar à Universidade de Cabo Verde nesses 14 dias;
- Realizar a autovigilância diariamente dos sintomas da COVID-19, incluindo febre, tosse ou dificuldade em respirar;
- Restringir o contacto social ao indispensável;
- Estar contactável para monitorização ativa durante os 14 dias desde a data da última exposição.
A vigilância de contactos próximos com “Baixo risco de exposição” implica:
- Realizar a autovigilância diariamente dos sintomas da COVID-19, incluindo febre, tosse ou dificuldade em respirar;
- Se nenhum sintoma surgir nos 14 dias decorrentes da última exposição, a situação fica encerrada para efeitos de prevenção e combate ao COVID-19.
Qualquer membro da Comunidade Académica com sinais e sintomas de COVID-19 ou que identifiquem um membro da Comunidade Académica com critérios compatíveis com a definição de caso suspeito, devem informar os responsáveis pelo Plano de Contingência, para a linha 103 e depois dirigir-se para a sala de “isolamento” 122.
A Autoridade de Saúde Local informará a Reitoria dos resultados dos testes laboratoriais e:
- Se o caso não for confirmado, este fica encerrado para o COVID-19, sendo aplicados os procedimentos habituais em caso de doença, incluindo a limpeza e desinfeção, sendo neste caso, desativadas as medidas do Plano de Contingência.
- Se o caso for confirmado, deverá a Equipa do Plano de Contingência providenciar a limpeza e desinfeção (descontaminação) da área de “isolamento”. Caso não venham a ser definidas outras orientações pelas autoridades de saúde, a área de isolamento deverá ficar interdita até à validação da descontaminação (limpeza e desinfeção).
