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A Universidade de Cabo Verde e a Universidade Cidade de Macau (UCM) assinaram um memorando de entendimento para a promoção da mobilidade internacional, desenvolvimento de estudos conjuntos, bem como atividades de pesquisa e treinamento e outros programas educacionais de interesse mútuo.

O acordo foi rubricado no passado dia 29 de agosto, na UCM, pelo Pró-reitor para Pós-graduação e Investigação, Aristides Silva, e pelo Pró-reitor da UCM, Ip Kuai Peng, tendo o encontro contado com a presença do professor Francisco Leandro.

Nos termos do acordo rubricado, as duas Universidades comprometem-se a trabalhar juntas para a promoção de intercâmbio de estudantes, docentes e funcionários, desenvolvimento de pesquisa em qualquer campo de interesse comum, colaboração na produção conjunta de publicações, estabelecer programas conjuntos ou de grau duplo, contribuir para o estabelecimento de uma academia de pesquisa e pós-graduação na China e nos países de língua portuguesa.

No acordo, também, prevê-se um doutoramento em Relações Internacionais, que deverá ser lançado no ano letivo 2020/2021. No entanto, segundo Aristides Silva, este projeto não  será concluído no período previsto porque “Já não vamos a tempo, pois, é um processo muito burocrático em termos de implementação dos cursos. Acreditamos, sim, que para 2021/2022 haverá condições”.

Aristides Silva considera que a universidade é “muito aberta” às iniciativas, como é o caso da mobilidade a nível internacional, dando como exemplo dessa abertura o facto de recentemente ter recrutado um reforço que está focalizado apenas na área das relações internacionais. Porém, os programas de mobilidade “estão um pouco limitados”. Neste momento há protocolos com o Brasil, Portugal, República Checa e Bruxelas. O protocolo com a UCM abre, agora, portas para a região da Ásia. “Acredito que devemos continuar com a diversificação das áreas de protocolo e dos países com os quais estamos a fazer os acordos (…) Agora o que estamos a fazer é tentar abranger esta zona toda, o que faz todo o sentido”, prosseguiu Aristides Silva, que diz acreditar que este memorando “é mais uma peça do puzzle que estamos a montar”, cujo objetivo é ter as “conexões ramificadas”.

Recorda-se que o acordo assinado na semana passado surge após uma visita do pró-reitor Ip Kuai Peng e do diretor-adjunto do Instituto Francisco Leandro a Cabo Verde no final do mês de junho.

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