O Instituto Confúcio na Universidade de Cabo Verde participou, nos dias 14 e 15 de maio em Maputo, Moçambique, na Conferência Conjunta dos Institutos Confúcio em África, através da presença dos Diretores Ermelinda Tavares e Zhou Fuqiang.

Foram dois dias de intenso trabalho e de muita discussão de três temas pertinentes para o desenvolvimento dos Institutos Confúcio em África:1. Inovação e o desenvolvimento dos Institutos Confúcio. 2. A Melhoria da Qualidade do Ensino nos Institutos Confúcio. 3. A Aproximação e a Partilha de Experiências entre os Institutos Confúcio em Africa. Nessas discussões, os delegados partilharam não só as suas experiências, ganhos e constrangimentos vividos nos seus Institutos, mas também puderam deixar algumas propostas em prol do desenvolvimento dos Institutos Confúcio em África como sendo espaços para a promoção da Língua e Cultura Chinesas.

Promover as aulas de mandarim em todos os níveis de ensino, com maior ênfase a nível superior, oferecendo cursos de mandarim com a acreditação pela Universidade anfitriã é já uma realidade em alguns Institutos Confúcio em África.

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A qualidade de ensino também deve passar pela qualidade dos professores que lecionam o mandarim, pois estes devem ter não apenas o conhecimento linguístico, mas também o conhecimento em outras áreas, como por exemplo nas artes. Apela-se ao Hanban, a um maior rigor e prudência na seleção dos professores Chineses.

Há necessidade de se organizarem eventos culturais o que implica uma integração dos Institutos Confúcio nas comunidades e o envolvimento dos ministérios, das embaixadas, das empresas local e dos meios de comunicação social.  

A conferência encerrou com os discursos do Professor Doutor Orlando António Quilambo, Reitor da Universidade Eduardo Mondlane, e de Mr. YU Yunfeng, Vice-Diretor Geral do Hanban.

Mr. YU Yunfeng disse estar satisfeito com a dedicação dos Diretores dos Institutos Confúcio em África considerando que a África tem boas condições para a instalação dos Institutos Confúcio, com bons professores locais e Chineses, com alunos brilhantes e com boa integração e compreensão mútua e que a China está a apostar cada vez mais nos Institutos Confúcio em África.     

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